Valve teria arrecadado mais de US$ 1 bilhão com Counter-Strike 2 em um ano
A Valve teria arrecadado mais de US$ 1 bilhão com Counter-Strike 2 em um período de 12 meses, segundo uma análise independente baseada em dados públicos do ecossistema do Steam. O levantamento aponta que o FPS segue como uma das maiores fontes de receita da empresa, impulsionado principalmente pela economia de skins e pela venda de chaves de caixas.
O estudo foi divulgado pelo criador de conteúdo ZestyJesus, que afirma ter desenvolvido uma ferramenta própria para coletar e organizar informações do Steam Community Market, cruzando esses números com estatísticas públicas sobre a abertura de caixas dentro do jogo. A análise considera o intervalo entre novembro de 2024 e novembro de 2025.
De acordo com os dados, os jogadores abriram mais de 400 milhões de caixas de armas de CS2 no período analisado. Como cada uma exige a compra de uma chave no valor de US$ 2,50, vendida diretamente pela Valve, apenas esse segmento já teria gerado mais de US$ 1 bilhão em receita bruta. Embora criadores de skins recebam uma parte dos ganhos, a maior fatia permaneceria com a Valve, seguindo modelos de divisão adotados pela empresa em outros títulos.
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Além das chaves, o jogo também comercializa itens como passes, cápsulas de adesivos, kits de música e conteúdos sazonais. Não há números oficiais sobre essas vendas, mas a estimativa é que elas representem centenas de milhões de dólares adicionais, o que não foi totalmente incluído no cálculo final.

Outro pilar importante da monetização vem do Steam Community Market. A análise sugere que mais de 754 milhões de itens de CS2 foram negociados ao longo do ano, movimentando cerca de US$ 1,22 bilhão. Com a taxa padrão de 15% aplicada pela Valve em cada transação, isso resultaria em aproximadamente US$ 166 milhões arrecadados apenas em comissões.
Somando as diferentes fontes, o faturamento total estimado ultrapassa US$ 1,16 bilhão em 2025, valor que o próprio autor do estudo descreve como conservador, já que nem todas as formas de receita podem ser medidas com precisão usando dados públicos.
A força do mercado de skins também está ligada à existência de plataformas de terceiros, onde jogadores conseguem vender itens por dinheiro real. Muitos cosméticos raros, inclusive, já superaram o limite de US$ 2 mil permitido pelo marketplace oficial do Steam. Um dos casos mais extremos envolve uma skin de AK-47 vendida por mais de US$ 1 milhão, estabelecendo um recorde no ecossistema do jogo.
Apesar de uma atualização significativa na economia de skins em outubro de 2025 ter causado instabilidade nos preços, o mercado apresentou sinais de recuperação nos meses seguintes, reforçando a longevidade e o peso financeiro de Counter-Strike 2 para a Valve.
Fonte: Dexerto
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📰 Notícia originalmente publicada em GameVicio
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