Capcom teve que suavizar o lado “androide” de Diana devido a diferenças culturais
A Capcom revelou que um dos maiores desafios no desenvolvimento de Pragmata foi conseguir expressar adequadamente que Diana é uma androide de forma que parecesse natural para o público ocidental. O diretor Yonghee Cho comentou em entrevista à Famitsu que o estúdio enfrentou diversas dificuldades para criar expressões que só seriam possíveis para uma personagem não-humana.
Ao contrário da mídia japonesa como mangás e animes, onde os artistas têm maior liberdade criativa, os desenvolvedores de games enfrentam restrições que limitam certas formas de expressão. “Nós realmente queríamos encher a personagem Diana com diferentes expressões que só seriam possíveis justamente porque ela é uma androide e não uma humana viva“, explicou Cho, ressaltando que passaram por muitas dificuldades até mesmo com o design visual da personagem.
O diretor fez uma comparação interessante com Arale, personagem criada pelo falecido Akira Toriyama para a série cômica Dr. Slump. Segundo ele, Diana não poderia fazer coisas como Arale, que consegue separar sua cabeça do corpo e carregá-la. “É realmente difícil implementar expressões mais diretas como essa quando se pensa no contexto cultural global“, afirmou.
Fonte: Automaton Media
📰 Notícia originalmente publicada em GameVicio
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