Carregando agora

Se você ama Pokémon, precisa assistir esses 10 animes

Se você cresceu assistindo à jornada do Ash ou passando horas capturando monstrinhos nos jogos da Nintendo, é natural que o gênero de colecionismo de criaturas tenha um lugar especial na sua memória.

Embora Digimon seja sempre a primeira alternativa citada, existe um universo muito mais amplo de animações que capturam essa mesma magia de treinar parceiros e enfrentar desafios em busca de um título ou de salvar o mundo.

Monster Rancher

Monster Rancher surgiu na mesma época de ouro de Pokémon e trazia uma proposta de isekai, onde o protagonista Genki é transportado para dentro de um videogame. Nesse mundo, os monstros não saem de esferas, mas são resgatados de discos antigos, o que criava uma mística muito legal sobre a origem e a história de cada criatura encontrada.

Diferente do tom mais leve de algumas temporadas de Pokémon, aqui o grupo enfrenta dilemas mais sérios e uma jornada de sobrevivência contra as forças do vilão Moo. A relação de amizade entre Genki, a jovem Holly e monstros como o Mochi e o Suezo é o coração da história, mostrando que o cuidado e a criação são tão vitais quanto o combate.

Beyblade

Muita gente lembra de Beyblade apenas pelos piões de metal que viraram febre nas escolas, mas o anime trazia uma camada mística que ia muito além do brinquedo. A trama original foca nas Feras Bits, espíritos de criaturas poderosas que habitavam os discos de combate, transformando as disputas em arenas em verdadeiros confrontos de titãs elementais.

A dinâmica de treinamento e a busca pela melhor estratégia de customização lembram bastante o esforço que os treinadores Pokémon fazem para equilibrar seus times. Ver personagens como Tyson e Kai desenvolvendo uma conexão profunda com suas feras mostra que, mesmo em um esporte com equipamentos mecânicos, o que realmente importa é a sintonia entre o competidor e seu parceiro.

Medabots

Imagine se, em vez de capturar monstros por aí, você pudesse montar seu próprio robô de combate usando peças personalizadas. Em Medabots, crianças chamadas de Medalutadores usam robôs movidos por medalhas ancestrais que funcionam como sua consciência e alma, permitindo que eles lutem em torneios urbanos conhecidos como Robatalhas.

O destaque aqui é Metabee, o robô do protagonista Ikki, que tem uma personalidade teimosa e rebelde, lembrando muito o início do relacionamento difícil entre Ash e Pikachu. Essa interação cheia de humor e atrito torna o anime muito mais humano, fugindo do clichê de robôs que apenas obedecem ordens sem questionar.

Bakugan

A premissa de Bakugan começa quando cartas estranhas começam a cair do céu, permitindo que crianças ao redor do mundo criem um jogo com esferas que se transformam em monstros gigantes. O que parecia ser apenas uma brincadeira infantil acaba se revelando como uma conexão com uma dimensão alienígena em crise, colocando o destino de dois mundos nas mãos dos jogadores.

O protagonista Dan Kuso e seu parceiro Drago formam uma dupla clássica, onde a confiança mútua é a chave para desbloquear novas evoluções e poderes. O sistema de batalha usa cartas de habilidade e terrenos que mudam as regras do jogo, oferecendo uma profundidade tática que atrai quem gosta da parte estratégica dos RPGs de Pokémon.

Dinosaur King

Dinosaur King parte de uma pergunta simples: por que inventar criaturas novas se os dinossauros reais já eram monstros incríveis? Na obra, três amigos descobrem pedras que permitem invocar dinossauros no mundo moderno para impedir que uma organização maligna os use para dominar o planeta.

O tom do anime é vibrante e cheio de aventura, com os dinossauros assumindo formas pequenas e fofas para se esconderem na cidade, mas crescendo para tamanhos colossais na hora do combate. Existe um foco claro em colecionar cartas que liberam novos ataques elementais, o que cria um paralelo direto com o funcionamento das batalhas por turnos e tipos de Pokémon.

Yu-Gi-Oh!

Para muitos, Yu-Gi-Oh! foi o passo seguinte natural após Pokémon, oferecendo um tom ligeiramente mais sério e místico. O jogo de cartas de monstros de duelo transporta a estratégia para um nível onde cada jogada pode mudar o destino do mundo, misturando mitologia egípcia com tecnologia de hologramas futuristas.

A relação de Yugi com o espírito do Faraó e sua dedicação ao Coração das Cartas refletem a mesma crença no vínculo entre o competidor e suas criaturas que vemos no Ash. As criaturas do baralho, como o Mago Negro e o Dragão Branco de Olhos Azuis, tornaram-se ícones tão grandes quanto qualquer lendário da franquia Pokémon.

Angelic Layer

Angelic Layer traz uma abordagem diferente ao gênero de batalha, focando em bonecas robóticas chamadas Anjos. Os jogadores controlam essas bonecas mentalmente através de uma arena eletrônica, onde a agilidade e a conexão mental do operador definem quem sai vitorioso.

A protagonista Misaki é uma garota tímida que encontra nas batalhas uma forma de ganhar confiança e se conectar com os outros. Ao contrário de obras focadas em monstros brutais, aqui o design é elegante e as lutas são coreografadas como se fossem danças ou artes marciais, trazendo um ar de sofisticação para as disputas.

Yo-kai Watch

Yo-kai Watch é provavelmente o sucessor espiritual mais próximo do que Pokémon representa no Japão contemporâneo. O jovem Nate ganha um relógio que o permite ver os Yo-kai, espíritos baseados no folclore japonês que estão por toda parte causando pequenos problemas no dia a dia das pessoas, desde esquecer as chaves até brigas bobas.

A grande sacada aqui não é capturar à força, mas sim fazer amizade com os espíritos para ganhar sua medalha de confiança, permitindo invocá-los quando necessário. A obra foca muito no humor cotidiano e na personalidade excêntrica de criaturas como o gato Jibanyan e o fantasma Whisper, criando um clima muito acolhedor e engraçado.

Cardcaptor Sakura

Sakura Kinomoto é uma estudante comum que, por acidente, libera um baralho de cartas mágicas conhecidas como Cartas Clow. Agora, ela precisa atuar como uma Cardcaptor para recuperar cada uma delas, já que as cartas têm personalidade própria e podem causar o caos na cidade se não forem seladas novamente.

O aspecto de colecionismo é central, mas aqui cada captura é um quebra-cabeça: Sakura precisa entender a natureza da carta (como Vento, Água ou Salto) e usar as cartas que já possui para bolar um plano. Não se trata de força bruta, mas de criatividade e empatia para convencer a magia a retornar à sua forma original.

Zatch Bell!

Em Zatch Bell!, cem crianças demônias (Mamodos) são enviadas à Terra para encontrar parceiros humanos e lutar em um torneio que decidirá quem será o próximo rei do seu mundo. Cada Mamodo possui um livro de feitiços que só pode ser lido por seu humano, desbloqueando poderes conforme o vínculo entre eles se fortalece.

A obra é um equilíbrio perfeito entre comédia pastelão e momentos de drama pesado que podem levar às lágrimas, especialmente quando um livro é queimado e o Mamodo deve retornar ao seu mundo. Zatch e seu parceiro Kiyo começam como estranhos, mas a evolução da amizade deles é uma das mais bonitas de se acompanhar no gênero.

 


Gosta do nosso conteúdo? então assine a newsletter e venha fazer parte da nossa comunidade!


📰 Notícia originalmente publicada em GameVicio

🎮 Importado automaticamente para SushiGames.com.br

COMPARTILHE:

Publicar comentário