Marathon não vai cometer o mesmo erro polêmico de Destiny 2, afirma Bungie
A Bungie afirmou que não quer que Marathon repita a polêmica envolvendo o “vaulting” de conteúdo que marcou Destiny 2. Segundo o estúdio, a ideia é que a narrativa do novo jogo continue acessível para todos os jogadores, independentemente de quando começarem a jogar.
Assim como Destiny 2, Marathon será um jogo de serviço contínuo, com história expandida ao longo de várias atualizações. No entanto, a diretora criativa Julia Nardin explicou durante uma entrevista que o projeto foi pensado como uma experiência aditiva, ou seja, que acumula conteúdo ao longo do tempo em vez de removê-lo.
“Queremos que Marathon seja uma experiência cumulativa. No sentido de que todos os contratos prioritários e o conteúdo da história serão permanentes, ou seja, não importa quando você começar a jogar, você ainda poderá completar as linhas de missões estabelecidas e preencher seu códice com conquistas e coleções que permitem descobrir novas camadas do mundo. Vamos adicionar conteúdo a essa base ao longo do tempo no ambiente de serviço ao vivo, dependendo da resposta dos nossos jogadores e em um ritmo que possamos manter, mas sabemos qual direção queremos seguir e o que queremos criar para a comunidade descobrir em seguida.”
Segundo ela, o estúdio pretende continuar expandindo essa base narrativa com novas atualizações, sempre observando o retorno da comunidade e o ritmo que a equipe consegue sustentar. Essa abordagem deve facilitar a vida de quem começar a jogar Marathon mais tarde.
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Em Destiny 2, por exemplo, muitos conteúdos de história lançados ao longo dos anos foram removidos e colocados no chamado Destiny Content Vault, o que torna difícil para novos jogadores acompanharem a narrativa sem recorrer a vídeos explicativos no YouTube. Apesar de Marathon ser um extraction shooter, Nardin reforçou que o estúdio ainda tem grandes ambições narrativas.
“A essência do jogo é explorar uma colônia abandonada, então nos propusemos a contar a melhor história possível sobre essa colônia e as pessoas que viviam lá”, explica ela. “Muito disso é feito através dos próprios itens encontrados, há arquivos de texto e gravações de áudio que você pode coletar e que ajudarão a reconstruir o que aconteceu em Tau Ceti IV.”
Além disso, diferentes facções emitem contratos que orientam os jogadores durante a exploração dos mapas, enquanto a narrativa geral se conecta com a história estabelecida décadas atrás na trilogia original Marathon, lançada nos anos 1990 e atualmente disponível gratuitamente no Steam.
Fonte: GamesRadar
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📰 Notícia originalmente publicada em GameVicio
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