Fusão entre Fluxo + w7m movimenta os eSports
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Surgiu um novo capítulo no cenário brasileiro de eSports, uma operação que promete movimentar a modalidade no país. Trata-se da união entre Fluxo e w7m eSports.
Com a fusão, nasce uma operação única e integrada, que combina elencos competitivos de alto nível, criadores de conteúdo influentes e uma estrutura comercial robusta, elementos que, juntos, ampliam o alcance e o impacto das duas organizações.
Com a criação da superorg formada por Fluxo e w7m, o Brasil ganha uma potência nos eSports, o que também movimenta o interesse do público por sites de apostas para testar leitura de jogo, acompanhando cada partida com mais emoção. Jogue com responsabilidade.
O supertime formado por Fluxo e w7m vai competir em seis grandes cenas dos eSports: League of Legends, CS2, Rainbow Six Siege, Free Fire, EA FC e também na Kings League, com o elenco de futebol conhecido como Fluxo FC.
De onde veio o Fluxo: Nobru, Cerol e a era LBFF
Criado em 2021 por Nobru e Cerol, dois dos maiores nomes do Free Fire no Brasil, o Fluxo rapidamente se destacou na Liga Brasileira de Free Fire (LBFF). A proposta era clara: criar uma organização competitiva que também refletisse a cultura das periferias e da comunidade gamer.
Em pouco tempo, o Fluxo virou referência em engajamento com fãs, presença digital e desempenho competitivo. Juntos, Nobru e Cerol também entraram na Kings League, levando o Fluxo até a disputa do Mundial em 2025.
O que cada lado traz: elencos, criadores e estrutura
A w7m eSports, por sua vez, tem um histórico consolidado em títulos como CS2, Rainbow Six Siege e PUBG, com resultados expressivos em torneios internacionais e elencos bem estruturados.
A fusão potencializa o que há de melhor em cada marca, contando com o carisma e a base de fãs do Fluxo e a experiência e estabilidade competitiva da w7m. Juntas, elas criam um ecossistema com profundidade de talento, capilaridade em múltiplas modalidades e poder de barganha ampliado junto a patrocinadores.
Números que importam (ESCharts): valor, pico e horas assistidas
A fusão vai além do branding, já que ela se sustenta em números sólidos. Segundo dados da ESCharts, o Fluxo é avaliado em US$ 2,1 milhões, com mais de 2,8 milhões de horas assistidas ao longo de 2024 e um pico de 296 mil espectadores simultâneos, impulsionado principalmente por transmissões de Free Fire e CS2.
Esses indicadores colocam a organização entre as mais relevantes do cenário nacional e mostram o potencial de engajamento que agora será somado à estrutura da w7m.
Novas frentes de receita: patrocínios, conteúdo e eventos
Com elencos reforçados e maior presença multiplataforma, a nova estrutura abre espaço para uma geração de receita ampliada. O portfólio unificado de criadores, times e canais cria um ambiente ideal para ações de marca com mais escala, segmentação e profundidade.
Além das ativações digitais, a expectativa é de expansão para eventos proprietários, collabs com produtos físicos e iniciativas de lifestyle. O novo projeto também fortalece o poder de negociação com patrocinadores, tanto na renovação de contratos existentes quanto na entrada de novos players interessados no público gamer.
Estratégia por categoria: elencos, calendário e metas
Nos bastidores, um dos principais desafios será estruturar a operação por modalidade. Cada jogo contará com elencos próprios, comissões técnicas especializadas e metas competitivas claras.
O plano inclui disputar os principais títulos nacionais no Free Fire e CS2, reposicionar o Rainbow Six, que recentemente começou a ter novas atualizações, na elite do cenário, além de manter presença sólida em FPS e jogos mobile.
No campo do conteúdo, a fusão também amplia as possibilidades. Com mais talentos, núcleos criativos e alcance multiplataforma, a expectativa é de acelerar a produção original, explorando bastidores, séries documentais, transmissões ao vivo e formatos pensados para engajamento em larga escala.
Próximos 12 meses: integração, KPIs e impacto no cenário
A fusão é mais do que uma jogada de bastidores, pois sinaliza um novo estágio de maturidade para os eSports no Brasil, em que profissionalismo, conteúdo e performance andam juntos e em escala.
Nos próximos meses, é importante acompanhar os seguintes questionamentos:
- Arquitetura de marca: manterão os dois nomes ou haverá uma identidade nova?
- Divisão por núcleos: cada jogo terá canais próprios? Haverá unificação de redes sociais?
- Integração de elencos e criadores: como será feita a adaptação cultural e operacional?
- Metas esportivas e de audiência: quais títulos e números pretendem alcançar?
Impacto no mercado brasileiro: como isso afeta a concorrência por patrocínios, direitos de mídia e presença em eventos?
📰 Notícia originalmente publicada em GameVicio
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